1ª Forania


Cosme Velho, Laranjeiras, Lgo Machado, Flamengo


GRUPO DE ORAÇÃO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Local: Paróquia Cristo Redentor
Endereço: Rua das Laranjeiras, 519 – Laranjeiras 
Site da Igreja : www.cristoredentor-rj.com.br
Dia/horário: Segunda-feira ás 20:00hs
Tel.: 2558-5179


GRUPO DE ORAÇÃO TRINDADE SANTA
Local: Paróquia Santíssima Trindade
Endereço: Rua Senador Vergueiro, 141- Flamengo 
Site da Igreja: www.sstrindade.cjb.net
Dia/horário: Quarta-feira – 20:00hs
Tel.: 2553-3114


GRUPO DE ORAÇÃO SANTA TERESA COURDEC
Local: Convento Nossa Senhora do Cenáculo
Endereço: Rua Pereira da Silva, 135 – Laranjeiras
Dia/horário: Terça-feira ás 14:00hs
Tel.: 2557-3438


GRUPO DE ORAÇÃO NOSSA SENHORA DO CENÁCULO
Local: Convento Nossa Senhora do Cenáculo
Endereço: Rua Pereira da Silva, 135 – Laranjeiras 
Dia/horário: Quarta-feira ás 15:00hs
tel.: 2557-3438


GRUPO DE ORAÇÃO SÃO JUDAS TADEU
Local: Paróquia São Judas Tadeu
Endereço: Rua Cosme Velho, 470 – Cosme Velho 
Dia/horário: Quarta-feira ás 19:30hs
Tel.: 2245-7569


GRUPO DE ORAÇÃO NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
Local: Paróquia Nossa Senhora da Glória
Endereço: Largo do Machado, s/n – Laranjeiras 
Dia/horário: Quinta-feira ás 20:00hs
tel.: 2225-0735


GRUPO DE ORAÇÃO RUAH
Local: Paróquia Santíssima Trindade
Endereço: Rua Senador Vergueiro, 141- Flamengo
Site da Igreja: www.sstrindade.cjb.net
Dia/horário: Sexta-feira ás 19:20hs
Tel.: 2553-3114


GRUPO DE ORAÇÃO ALEGRIA
Local: Capena Nossa Senhora da Aparecida
Endereço: Rua das Laranjeiras, 336 – Laranjeiras
Dia/horário: Sábado ás 15:45hs


GRUPO DE ORAÇÃO ENTUSIASMO
Local: Capela N.Sra. Aparecida
Endereço: Rua das Laranjeiras, 336 – Laranjeiras 
Dia/horário: Domingo ás 17:00hs
Tel.: 2265-8142


GRUPO DE  PARTILHA DE PROFISSIONAIS  SANTOS  ANJOS
Local: Paróquia da Santíssima Trindade
Endereço: Rua Senador Vergueiro, 141
Site da Igreja :  www.sstrindade.cjb.net
Dia/horário: Terça-feira ás 19:30hs
tel:  2553-3114


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2012

«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos
ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)
Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.



Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e, todavia são objeto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo atual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).

A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.

O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura:«Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf.Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais retamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar«o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correção e exortação, em espírito de humildade e de amor, devem fazer parte da vida da comunidade cristã.

Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a ação do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).


3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efetivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf.Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.

Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre atual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).

Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

BENEDICTUS PP. XVI




Lançada a logo da Jornada Mundial da Juventude no Brasil


 



Uma explosão de alegria vem contagiando os jovens brasileiros desde o dia 21 de agosto de 2011, quando o Papa Bento XVI anunciou que a próxima sede da Jornada Mundial da Juventude seria o Rio de Janeiro. Na noite desta terça-feira, 7 de fevereiro, o Presidente do Instituto JMJ RIO2013 e Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, anunciou o vencedor do concurso da logomarca que será a identidade visual de toda a JMJ RIO2013.

O lançamento da logomarca, que traz o Cristo Redentor envolto por um coração nas cores do Brasil, foi realizado no auditório do Edifício João Paulo II, na Glória, e contou com a presença do Governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, do Prefeito da Cidade, Eduardo Paes, do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Dom Raymundo Damasceno, do Secretário da Congregação para os Bispos no Vaticano, Dom Lorenzo Baldisseri, e de cerca de 100 bispos do Brasil e exterior, além de diversas autoridades e representantes da sociedade.

O designer gráfico Gustavo Huguenin – autor da logomarca escolhida pelo Pontifício Conselho para os Leigos (PCL) de Roma em comum acordo com os representantes do Comitê Organizador Local – é do município de Cantagalo, pertencente à Diocese de Nova Friburgo. O jovem afirmou ser difícil idealizar um símbolo para a Jornada Mundial da Juventude e que sua inspiração foi o Espírito Santo de Deus.

— É difícil você parar pra fazer o símbolo da Jornada Mundial, você tem que ter realmente uma idéia bacana. E dentro desse período, até os últimos dias das inscrições eu ainda estava terminando o desenho para poder enviar. (...) Resolvi participar do concurso porque entendendo realmente o que significa e o que é a Jornada Mundial da Juventude. Acredito que o jovem que realmente ama a Igreja e entende o que é a Jornada tem vontade de fazer parte, de doar alguma coisa, então é um sonho, não somente como profissional, mas também nesse sentido de Igreja, da Igreja valorizar o trabalho do jovem, afirmou Gustavo.
Para chegar à logomarca oficial, foi percorrido um longo caminho, iniciado no dia 27 de setembro de 2011 com o lançamento do edital do concurso para escolher o símbolo da JMJ. Mais de 200 trabalhos foram enviados de todas as partes do mundo ao Comitê Organizador Local (COL) e demonstraram, além de criatividade e técnica, a força da fé e da alegria da juventude católica.

Durante a cerimônia de lançamento da logomarca, o jovem Gustavo Ribeiro, que participou da JMJ em Madri no ano de 2011, testemunhou como foi participar desse evento e destacou a expectativa que todo o mundo está depositando sobre a JMJ RIO2013. A jovem Alessandra Sala, também apresentou suas esperanças para a realização da próxima JMJ RIO2013. Um vídeos sobre o Rio de Janeiro e sobre a JMJ também foram apresentados no evento, que foi transmitida ao vivo pela WebTV Redentor, e contou ainda com a participação das cantoras Olívia Ferreira e Eliana Ribeiro.

O Cristo Redentor, embaixador da JMJ RIO 2013, ficará iluminado com as cores verde e amarelo, em referência ao país sede da próxima JMJ.

Fonte: Arquidiocese do Rio de Janeiro.

 




2ª Forania


Urca, Botafogo

GRUPO DE ORAÇÃO SANTA TERESINHA
Local: Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus
Endereço: Av. Lauro Sodré, 83 - Botafogo
Dia/horário: Segunda-feira ás 20:00hs
Tel. 2295-5197

GRUPO DE ORAÇÃO GRATIDÃO
Local: Paróquia Nossa Senhora do Brasil
Dia/horário: Terça-feira ás 16:00hs

GRUPO DE ORAÇÃO FAMÍLIA DE NAZARÉ
Local: Casa Família de Nazaré
Dia/Horário: Segunda-feira ás 19:30hs

GRUPO DE ORAÇÃO RIO DE ÁGUA VIVA
Local: Basílica da Imaculada Conceição
Endereço: Praia de Botafogo, 266 – Botafogo – 22250-040
Dia/horário: Terça-Feira ás 19:30 hs
Tel: 25517948

GRUPO DE ORAÇÃO SERVOS DO CORDEIRO
Local: Paróquia São João Batista da Lagoa
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 287 – Botafogo – 22270-000
Dia/horário: Quarta-feira ás 19:30hs
tel: 2538-2926

GRUPO DE ORAÇÃO ANUNCIAÇÃO
Local: Colégio Santo Inácio (salão)
Endereço: Rua são Clemente, 226 – Botafogo -22260-000
Site da Igreja: www.santoinacio-rio.com.br
Dia/Horário: Quarta-feira ás 20:00hs
Tel: 3184-6200




Agenda Março 2012



Dia 8 (quinta-feira)

19:30hs Missa celebrada pelo Pe. Geovane 
                Basílica da Imaculada Conceição – Praia de Botafogo - RJ



Dia 10 (sábado)

09:00hs - Reunião dos Dirigentes 
11:30hs - Reunião dos Intercessores


Dia 29 (quinta-feira)

15:00hs - Adoração e Celebração da Santa Missa na Casa Familia de Nazaré





Eventos Mensal
Março 2012


21 (quarta-feira)
15:00 hs - Tarde Coletiva de oração por cura

23 (sexta-feira) 
19:00 às 23:00 hs - Vigília pela Experiência de Oração    

24-25 (sábado e domingo)
08:00 ás 18:00 hs - Formação Encontro com os outros n. 3










MISSA COM OS DONS E CARISMAS DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA.
                                                      
08 MARÇO 2012


CELEBRANTE: Pe. GEOVANE  
     DIRETOR ESPIRITUAL ESTADUAL DA RCC.     
     PRESIDENTE NACIONAL DE FORMAÇÃO SACERDOTAL RCC

LOCAL: IGREJA IMACULADA CONCEIÇÃO
                        PRAIA DE BOTAFOGO, 226  - BOTAFOGO



PARTICIPE E DEIXE A LUZ DO CÉU
ENTRAR NA SUA VIDA

MISSA Pe GEOVANE - 06/02/2012

MISSA COM OS DONS E CARISMAS DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA.

CELEBRANTE: Pe. GEOVANE  
     DIRETOR ESPIRITUAL ESTADUAL DA RCC.     
     PRESIDENTE NACIONAL DE FORMAÇÃO SACERDOTAL RCC

LOCAL: IGREJA NOSSA SENHORA COPACABANA
                        RUA HILÁRIO DE GOUVEIA, 36  - COPACABANA

PARTICIPE E DEIXE A LUZ DO CÉU
ENTRAR NA SUA VIDA.





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